UM BREVE RESUMO DA HISTÓRIA DE POTÊNCIAS E LOGARITMOS
ARQUIMEDES DE SIRACUSA (287 a.C. - 212 a.C.)
Um dos mais influentes
matemáticos da antiguidade, Arquimedes (287 a.C. - 212 a.C.). Dentre das inúmeras
contribuições para o desenvolvimento da ciência, contribuiu também para a
elaboração de potenciação.
Arquimedes estava disposto a calcular quantos grãos de areia seriam necessários
para encher o universo, no qual era considerado um sistema de esferas ao redor
do sol, ele calculou a média do tamanho do universo e a média do tamanho de um
grão de areia, fazendo essa divisão, no qual logicamente obteve um número
imenso, em que na época seria impossível mensurar na prática devido a
quantidade de algarismos. Ele notou que no resultado havia muitos fatores 10
que se multiplicavam, ele denominou ‘miríades’, o que hoje conhecemos como
potência, simplificando em uma tabela ele obteve a seguinte conclusão:
(Figura 01)
Na medida em que Arquimedes
avançava em suas pesquisas e adquiriu mais conhecimentos, elaborou as
propriedades de potências que conhecemos hoje, foi assim que Arquimedes
revolucionou, transformando multiplicações gigantes com resultados astronômicos
em soma de números pequenos, os expoentes.
JOHN NAPiER (1550 – 1617)
(Figura 02)
HENRY BRIGGS (1561 – 1630)
Henry Briggs, foi mais um
contribuinte importante para a história de logaritmos. Matemático inglês,
professor de Oxford, animado com a descoberta de Nepier, junto a ele criou uma
tábua de manuseio mais fácil usando um sistema de numeração decimal, chegaram à
conclusão de que o logaritmo de (1) ser igual a (0), e ambos concordaram e
decidiram que a base que é mais favorável para trabalho de um logaritmo é a
base (10). Briggs até chegou a construir uma tabela que foi usada até o século
19.





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